Teleconsultoria Médica

Telemedicina: ajudando na privacidade dos pacientes


Com o avanço das tecnologias móveis e das novas formas de comunicação, a medicina avançou junto e hoje a telemedicina é uma realidade. Graças esse serviço, os pacientes podem ter assistência com seus médicos no lugar que for mais conveniente e, mais do que isso, com mais privacidade. Por uma série de fatores, a telemedicina ajuda na privacidade dos pacientes e, inclusive, estimula o cuidado com a saúde. Veja a seguir quais são esses fatores e conheça como ocorre a influência positiva na privacidade.

Telemedicina: assistências podem ser feitas de qualquer lugar

Uma das grandes vantagens da telemedicina para a privacidade dos pacientes é o fato de que as assistências podem ser feitas de qualquer lugar. Isso significa que o paciente pode estar sozinho em sua casa durante a assistência, o que favorece a sua privacidade.

Essa opção também é mais privada do que em relação a uma assistência presencial porque muitas vezes o atendimento pode acontecer de maneira mais pública, como em salas separadas por pequenas divisórias ou com a presença de outros profissionais.

Além disso, quando inclui o deslocamento, a assistência também acaba diminuindo a privacidade do paciente porque comumente ele precisa dizer onde está indo, como para a esposa, por exemplo.

Não há sala de espera

A privacidade também é favorecida pela telemedicina pelo fato de que não existe sala de espera. Para muitos pacientes, a espera nesse local é uma das situações mais constrangedoras e potencialmente mais invasivas, já que ele e sua condição podem ficar expostos.

É o caso, por exemplo, de chamadas e anúncios por parte da recepção feitos em voz alta. As conversas nessa sala de espera também podem prejudicar a privacidade, além de aumentar o risco que o paciente encontre com uma pessoa indesejada, por exemplo.

As chances de interferências são diminuídas

Durante uma assistência presencial, sempre existe o risco de que algo aconteça que vá distrair a atenção do médico. É a atendente que bate à porta, outros pacientes que criam situações que necessitam a intervenção do médico e assim por diante. No meio disso tudo, está o paciente tentando realizar sua assistência e tendo sua privacidade prejudicada.

Por isso, a telemedicina acaba sendo mais vantajosa já que as chances de interrupções são menores. Com todo o atendimento sendo realizado à distância, há a certeza de que o profissional está focado em atender o problema relatado e que o paciente não vai ter a privacidade prejudicada.

Há regras sobre a privacidade dos pacientes

Outro fator que ajuda na privacidade dos pacientes é que a telemedicina também possui regras éticas sobre como o médico deve se portar e sobre qual deve ser a proteção desses dados. Isso significa que ao ter assistência de maneira remota você também está protegido por uma conduta ética que deve ser seguida à risca pelo profissional.

Essas regras, inclusive, dizem respeito também à segurança dos dados em si, como os dados de transmissão. Como é necessário usar meios de transmissão que sejam seguros, você não corre o risco de ter suas assistências vazadas ou acessadas por pessoas não autorizadas.

A telemedicina ajuda na privacidade dos pacientes, porque desobriga a pessoa de se deslocar e a deixa menos exposta fisicamente, como quando fica na sala de espera. De forma bastante semelhante, as interrupções tendem a acontecer de maneira bem menos frequente, e ainda há regras estabelecidas para essa prática. Com isso, o paciente pode cuidar da saúde mesmo sem sair de casa e contar com mais privacidade.

Dr. Luis Henrique Leonardo Pereira

Responsável técnico (CRM/SP 113703) pelo atendimento via Telemedicina do Centro de Andrologia.

É o médico criador do tratamento inovador com uso do Spray Sublingual, com mais de 400 mil atendimentos realizados em todo Brasil.

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