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Doença arterial obstrutiva crônica (DAOP) e Disfunção Erétil. Qual ligação?
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Doença Arterial Obstrutiva Periférica (DAOP) e Disfunção Erétil. Qual ligação?

A Doença Arterial Obstrutiva Periférica (DAOP) é uma doença que afeta as artérias do corpo humano, causando sua obstrução gradual ao longo do tempo. Se a doença não for corretamente tratada, pode levar inclusive ao entupimento completo do aporte sanguíneo para determinado órgão. DAOP pode ocorrer em diversas partes do corpo e onde ela surgir, efeitos indesejáveis e potencialmente perigosos podem ocorrer.

Geralmente este entupimento ocorre em ramos mais distais e mais finos  das artérias, devido principalmente ao acúmulo de placas de colesterol, gorduras, cálcio, nas paredes dos vasos que podem já estar inflamadas ou lesionados previamente, facilitando a formação destas placas.

 

Os fatores de risco são os cardiovasculares, como excesso de peso, alimentação inadequada, fumo, sedentarismo, aumento de colesterol, presença de doenças como diabetes, estresse, hipertensão, idade elevada e uso de medicamentos como os corticóides. Quanto mais fatores de risco, mais as chances de uma DAOP mais grave.

 

Seus sintomas dependem basicamente do local acometido, sendo os mais comuns as dores nas pernas ao caminhar (claudicação), dores no peito, cansaço e pricipalmente a dificuldade de ereção.

 

A dificuldade de ereção de origem arterial geralmente ocorre a partir dos 40 anos, em pacientes com fatores de risco, principalmente com diabetes e hipertensão. Sua característica é uma perda gradual da ereção, que se inicia lentamente e vai piorando com o tempo. A falta de ereção matinal ou noturna é a principal característica da disfunção erétil orgânica.

 

O tratamento desta disfunção masculina consiste em controlar os fatores de risco, fazer atividades físicas e usar medicamentos que melhorem a função circulatória como por exemplo o sildenafil e o tadalafil, em baixas doses, pela via sublingual e continuamente.

 

Quanto mais cedo se iniciar o tratamento, maiores as chances de sucesso terapêutico.

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