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Como é feito o diagnóstico de disfunção erétil?


A disfunção erétil, que em um primeiro momento pode se apresentar como uma condição aleatória e com o tempo se tornar persistente, é a incapacidade de obter e manter uma ereção suficiente para uma função sexual satisfatória. É comum muitos homens se queixarem de não conseguir manter ou ter uma ereção na hora da relação. Esse é o primeiro indício da disfunção erétil. Por isso, é fundamental procurar ajuda logo que os primeiros sintomas aparecem. O diagnóstico é feito por um processo bastante simples que envolve consultas médicas e exames. Que tal conferir como isso ocorre?

Na consulta com o especialista

Durante a consulta médica com um especialista, é fundamental uma conversa franca e sincera. Ele irá investigar a vida sexual do paciente e seus hábitos. É preciso deixar de lado a vergonha e os tabus. As mais perguntas mais comuns são referentes a hábitos alimentares, histórico de tabagismo, ataques cardíacos, derrames e má circulação nas extremidades. Sensação de diminuição do pênis e dos testículos, disfunção da bexiga e diminuição da libido também devem ser relatadas.

Tudo o que for dito com o maior número de detalhes ajudará ao médico dar o melhor encaminhamento para cada caso de suspeita de disfunção erétil. Depois disso, exames detalhados serão pedidos para confirmar o caso.

Exames laboratoriais

Os exames mais comuns para diagnosticar e tratar a disfunção erétil são feitos por meio do hemograma completo do paciente. Nele, são investigados os níveis de colesterol, glicose  e hormônios. Caso estejam alterados, esses níveis poderão indicar as causas da disfunção. Entre os outros fatores investigados estão a hemoglobina A 1c (que demonstra as chances do paciente estar com diabetes), a creatinina sérica (que indica possíveis alterações nos rins devido ao diabetes), as enzimas hepáticas e testes da função hepática (que regulam o fígado e têm interferência também na produção hormonal) e a testosterona total (que é o hormônio masculino, uma vez que ele esteja baixo).

Os níveis de PSA também são outro indicativo importante durante os exames para diagnosticar disfunção erétil. É comum que os médicos incluam esse pedido juntamente no hemograma. O PSA indica a presença se há câncer de próstata por meio do exame sanguíneo. Obviamente, para um diagnóstico mais completo, é recomendado que seja feito o exame de toque retal, principalmente se há histórico familiar e/ou o paciente já tenha completado 40 anos de idade.

Exames de imagem

Outro recurso utilizado para o diagnóstico da disfunção erétil é o ecodoppler peniano, ou o comumente chamado de ultrassom. Ele é utilizado para medir o fluxo arterial e identificar eventuais obstruções arteriais penianas. A passagem de sangue pelo membro é o que garante a ereção. Caso haja alguma interrupção do fluxo sanguíneo, a ereção pode ficar comprometida.

Testes físicos

Um exame que também pode ser pedido para diagnosticar a disfunção erétil é o chamado teste de intumescência peniana noturna. Partindo da premissa que todo homem tem ereções noturnas involuntárias, esse exame mede o fluxo sanguíneo no membro do paciente e classifica a qualidade das ereções. Por meio de dois anéis conectados a eletrodos, colocados em volta do pênis, o equipamento mede as ereções noturnas. Se consideradas dentro do padrão, é excluída a hipótese de má circulação sanguínea ou outro problema no pênis.

Exames psicológicos

Caso nenhum exame aponte anomalias, o problema pode estar relacionado a fatores psicológicos. O estresse e a estafa são os fatores mais comuns nesses casos. Buscar ajuda em um psicólogo de confiança pode solucionar a questão. Nessas horas, o casal deve estar unido e uma consulta em conjunto pode ser de grande valia.

O mais importante é que o homem não tenha medo em se abrir e expor seus problemas. Há diversos tratamentos disponíveis para a disfunção erétil e que se mostram bastante eficazes. Basta procurar por profissionais especializados para fechar um diagnóstico e optar por um acompanhamento sério e seguro de sua condição.

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